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09h28

Soja tem leves baixas em Chicago nesta sexta-feira

Na sessão desta sexta-feira (9), os futuros da soja negociados na Bolsa de Chicago trabalham em campo negativo, com algumas pequenas baixas depois do avanço do pregão anterior. As cotações cediam, por volta de 7h30 (horário de Brasília), entre 2,50 e 3,25 pontos, com o maio/18 valendo US$ 9,95 e o julho/18, US$ 10,05 por bushel. 


O mercado internacional devolve parte das altas observadas no fechamento desta quinta (8), quando os traders observaram rapidamente os novos números do relatório mensal de oferta e demanda do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) e logo se voltaram para o cenário climático da América do Sul, onde a Argentina segue preocupando. 


E embora haja essa correção da commodity, como explicam analistas e consultores de mercado, o foco deve ainda permanecer sobre essas condições nos próximos dias, principalmente porque as adversidades continuam sobre as lavouras argentinas em uma fase crítica e determinante. Ontem, o USDA revisou sua projeção para a safra 2017/18 de 56 para 54 milhões de toneladas. 


"As atenções especulativas voltam às variações climáticas na América do Sul e as prospecções para a safra 18/19 nos EUA", diz o boletim diário da AgResource Mercosul. "Os próximos 10 dias continuam sem chuvas expressivas para o Leste do país, principalmente sobre a província de Buenos Aires", completa o informe.


 


Fonte: Notícias Agrícolas 


Na sessão desta sexta-feira (9), os futuros da soja negociados na Bolsa de Chicago trabalham em campo negativo, com algumas pequenas baixas depois do avanço do pregão anterior. As cotações cediam, por volta de 7h30 (horário de Brasília), entre 2,50 e 3,25 pontos, com o maio/18 valendo US$ 9,95 e o julho/18, US$ 10,05 por bushel. 


O mercado internacional devolve parte das altas observadas no fechamento desta quinta (8), quando os traders observaram rapidamente os novos números do relatório mensal de oferta e demanda do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) e logo se voltaram para o cenário climático da América do Sul, onde a Argentina segue preocupando. 


E embora haja essa correção da commodity, como explicam analistas e consultores de mercado, o foco deve ainda permanecer sobre essas condições nos próximos dias, principalmente porque as adversidades continuam sobre as lavouras argentinas em uma fase crítica e determinante. Ontem, o USDA revisou sua projeção para a safra 2017/18 de 56 para 54 milhões de toneladas. 


"As atenções especulativas voltam às variações climáticas na América do Sul e as prospecções para a safra 18/19 nos EUA", diz o boletim diário da AgResource Mercosul. "Os próximos 10 dias continuam sem chuvas expressivas para o Leste do país, principalmente sobre a província de Buenos Aires", completa o informe.


 


Fonte: Notícias Agrícolas 

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